A sua pintura faz-me sempre lembrar os mitos da dor, uma espécie de desno castigo, como em Sísifo ou Prometeu, para não falar da urdidura permanente de Penélope, algo que se faz e desfaz na espera de alguèm e para afastar os assediadores. O destino tocou-a (ou Deus) e a sua dor (mesmo que a não sinta) vem pelo «expressionismo romântico» marcar cada peça que faz. Esta figura petrificando-se será assim, um dia, transforada em perda, grandiosa mesmo na morte.
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A sua pintura faz-me sempre lembrar
os mitos da dor, uma espécie de desno castigo, como em Sísifo ou Prometeu, para não falar da urdidura permanente de Penélope, algo que se faz e desfaz na espera de alguèm e para afastar os assediadores.
O destino tocou-a (ou Deus) e a sua
dor (mesmo que a não sinta) vem pelo «expressionismo romântico» marcar cada peça que faz. Esta figura petrificando-se será assim, um dia, transforada em perda,
grandiosa mesmo na morte.
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