pintura

quinta-feira, dezembro 23, 2010

exposições


ATT Galeria de Arte/ Almancil



" no name"

"os passos IX" _________________

na ARc 16 /Faro


(acervo)

Novas estórias "Eva"

sábado, dezembro 18, 2010

"os anjos desceram à cidade " colectiva na Paula Cabral - Art Gallery /café dos artistas

"like the angels"
pormenor
Inauguração a 22 de Dezembro de 2010
pelas19:00




segunda-feira, novembro 29, 2010

sexta-feira, novembro 26, 2010

terça-feira, novembro 16, 2010

quinta-feira, novembro 04, 2010

terça-feira, outubro 12, 2010

segunda-feira, outubro 04, 2010

Corpo tangível_JL_Rocha de Sousa



OLHARES
Rocha de Sousa

Maria João Franco
CORPO TANGÍVEL

A certa altura da vida, Maria João Franco sentiu o seu corpo partido em dois, entre um silêncio frio e um fact0 lancinante. Metade de si soçobrava com a morte de alguém. E a outra metade, ardente e tangível, teve de abraçar toda a vida já vivida, além da que estaria para se acercar de si, a cobrar-lhe as contas do presente e do futuro. O sonho de então foi simultaneamente tumular e sangrento, sobretudo através de uma pintura que tinha de ser feita, assim, segundo o protesto surdo do medo, na solidão e na intransigência das imagens. É por isso que ela parece ter fixado um estilo, um imparável modo de formar.
Maria João vive, digamos assim, uma ancoragem inabalável à memóroa do corpo que ainda lhe resta e que representa, afinal, dos ângulos mais difíceis, na vertigem mais insuportável, assumindo todas as diferenças e todas as semelhanças com a matéria orgânica, os metais brutos, a pedra cinzelada de forma a sugerir diversos pontos de decomposição e restos ainda lisos da pele. Pele por vezes amaciando músculos aquém das mutilações pressentidas ou mesmo expostas.
Esta prioridade conferida ao discurso matérico, de alguma violência, tem de se compreender a montante e na hora em que a escolha está contida num espaço restrito, no estreitamento da dor. Fazendo da sua metade anímica um projecto de vida, um modo de se exprimir pela totalidade, Maria João abriu à força das mãos um caminho ao mesmo tempo preciso mas quase insustentável nas insistentes dilacerações. O corpo era assunto e era tema, minuto dos instante tangíveis em que tudo se duplicava pelas entregas, um abraço de desejo, de partilha, exposto como nudez escultórica, bronze ou pedra, tudo vertido para a palpitação textural da pintura — medida, tempo, angústia. Os meios de instauração plástica traduziam, assim, uma ampla oratória dos gestos, grafias insondáveis, recortes perceptíveis, o habitual e antigo desafio da expressão aos limites da percepção. Mas o sofrimento e a grandeza destacam-se da massa, presos no campo como os contrastes da forma fingidamente inacabada dos «Escravos», de Miguel Ângelo.

Os nomes intensos e humanos
Maria João Franco não tem sido eleita entre os eleitos, apesar da sua obra juntar tradições modernas com nomes intensos, com valores de um profundo sentido do humano. Hoje voltam a ser louvadas as «histórias», em contradição com a anterior exigência incontrolável da forma abstracta: porque os restos figurativos da perplexidade e da revolta já só tinham lugar museológico e nenhum futuro à vista. Quem retratava ou representava, fazia bonecos, circunscrevia-se ao pior da tradição, pequeno discurso de narrativas ilustradas. Mas as ideologias da estética totalitária mão tinham verdadeiro cabimento no domínio das disciplinas de índole artística, porque, como já tenho sublinhado, a arte não se realiza sob o império dos dogmas nem se encerra num só tamanho da verdade na variedade. Todos os modos de dar força expressiva à comunicação pelas imagens, por exemplo, são processos de um fazer entregue ao imaginário, tornando os sonhos coláveis ao real para o «tornar visível». E as artes mais se abriram à inovação, a matérias e formas surpreendentes, inundando o espaço social de uma grande harmonia de discursos não coincidentes. Isso dá nome à civilização que entretanto se globaliza e aceita fazer-se sobre o fio da navalha.
Na sua consolidação tremendista, a pintura de Maria João Franco pratica uma certa convocação rochosa do corpo humano — ou do corpo simplesmente. Dois caminhos têm

2
confluido para isso, a dor da perda e graves impressões do exterior, encontro que sempre acabou por devolver às mãos da pintora fragmentos amassados na devida
maturação, corpos recuperados sob o impulso da vontade poética, entre a morte e a vida. Corpos míticos, também, sonho transitado de alguma Renascença, memória problematizada dos clássicos e dos avanços expressionistas que se expandiram pelo século XX todo. O que se traduz em testemunho, em grito, em dilaceração, com a manipulação do gesto e das matérias (líquidas ou substanciais) por forma a ocupar o campo de presenças ao mesmo tempo carnais e de pedra. Fusão de metais igualmente, embora a verdade técnica se determine sobretudo no domínio da pasta acumulada sobre esboços gráficos ou já pulsantes e líquidos.

um trajecto de coerência e força
A forma plástica em Maria João Franco assenta, além de tudo, numa sedentarização positiva, de núcleo tormentoso, e desenha no espaço um trajecto de coerência, de proximidade significante entre as peças, o que determina grande continuidade das várias presenças, uma inusitada força nas massas pictóricas, de cor surda, onde por vezes um fio de sangue aflora, ou até na pele falsamente envelhecida sob a sua intocável frescura. De perto, visível a maior distância, nítido ou desfocado, quase metalizado, aparentemente escultórico, o corpo (assunto-tema) lembrado e representado por Maria João Franco é fruto de uma importante conquista em termos de discurso, na obstinação, na recuperação da imagem e da ideia — a liberdade do fazer, em suma, num aparente paradoxo que liga e desliga a memória dorida do corpo partido em dois e a necessidade de sublimar a brutalidade obscena dessa injustiça. Porque a liberdade de que a autora dá importantes provas, da metodologia escolhida aos materiais de instauração plástica,
não significa que ela esteja isenta de pensar o modo de formar, quais as razões da força ao petrificar-se, ao escorrer como tinta de facto, que objectivos aí se envolvem, que limites e regras assistem à própria amputação anatómica. Na verdade, Maria João sabe perfeitamente em que condicções está a agir e o que lhe sobra de talento depois dos cortes de acerto, das pessoas que premeia: ela cria processos de catarse para si mesma, sabendo, entretanto, que está processando um legado a alguém, com a marca de que as obras, no futuro, terão de conter um inalienável testemunho de vida.

sexta-feira, outubro 01, 2010

domingo, setembro 26, 2010

sexta-feira, setembro 10, 2010

a noiva

" "noiva"
pormenor

segunda-feira, setembro 06, 2010

segunda-feira, agosto 30, 2010

Corpo tangível_Rocha de Sousa



OLHARES
Rocha de Sousa

Maria João Franco
CORPO TANGÍVEL

A certa altura da vida, Maria João Franco sentiu o seu corpo partido em dois, entre um silêncio frio e um fact0 lancinante. Metade de si soçobrava com a morte de alguém. E a outra metade, ardente e tangível, teve de abraçar toda a vida já vivida, além da que estaria para se acercar de si, a cobrar-lhe as contas do presente e do futuro. O sonho de então foi simultaneamente tumular e sangrento, sobretudo através de uma pintura que tinha de ser feita, assim, segundo o protesto surdo do medo, na solidão e na intransigência das imagens. É por isso que ela parece ter fixado um estilo, um imparável modo de formar.
Maria João vive, digamos assim, uma ancoragem inabalável à memória do corpo que ainda lhe resta e que representa, afinal, dos ângulos mais difíceis, na vertigem mais insuportável, assumindo todas as diferenças e todas as semelhanças com a matéria orgânica, os metais brutos, a pedra cinzelada de forma a sugerir diversos pontos de decomposição e restos ainda lisos da pele. Pele por vezes amaciando músculos aquém das mutilações pressentidas ou mesmo expostas.
Esta prioridade conferida ao discurso matérico, de alguma violência, tem de se compreender a montante e na hora em que a escolha está contida num espaço restrito, no estreitamento da dor. Fazendo da sua metade anímica um projecto de vida, um modo de se exprimir pela totalidade, Maria João abriu à força das mãos um caminho ao mesmo tempo preciso mas quase insustentável nas insistentes dilacerações. O corpo era assunto e era tema, minuto dos instante tangíveis em que tudo se duplicava pelas entregas, um abraço de desejo, de partilha, exposto como nudez escultórica, bronze ou pedra, tudo vertido para a palpitação textural da pintura — medida, tempo, angústia. Os meios de instauração plástica traduziam, assim, uma ampla oratória dos gestos, grafias insondáveis, recortes perceptíveis, o habitual e antigo desafio da expressão aos limites da percepção. Mas o sofrimento e a grandeza destacam-se da massa, presos no campo como os contrastes da forma fingidamente inacabada dos «Escravos», de Miguel Ângelo.

Os nomes intensos e humanos
Maria João Franco não tem sido eleita entre os eleitos, apesar da sua obra juntar tradições modernas com nomes intensos, com valores de um profundo sentido do humano. Hoje voltam a ser louvadas as «histórias», em contradição com a anterior exigência incontrolável da forma abstracta: porque os restos figurativos da perplexidade e da revolta já só tinham lugar museológico e nenhum futuro à vista. Quem retratava ou representava, fazia bonecos, circunscrevia-se ao pior da tradição, pequeno discurso de narrativas ilustradas. Mas as ideologias da estética totalitária mão tinham verdadeiro cabimento no domínio das disciplinas de índole artística, porque, como já tenho sublinhado, a arte não se realiza sob o império dos dogmas nem se encerra num só tamanho da verdade na variedade. Todos os modos de dar força expressiva à comunicação pelas imagens, por exemplo, são processos de um fazer entregue ao imaginário, tornando os sonhos coláveis ao real para o «tornar visível». E as artes mais se abriram à inovação, a matérias e formas surpreendentes, inundando o espaço social de uma grande harmonia de discursos não coincidentes. Isso dá nome à civilização que entretanto se globaliza e aceita fazer-se sobre o fio da navalha.
Na sua consolidação tremendista, a pintura de Maria João Franco pratica uma certa convocação rochosa do corpo humano — ou do corpo simplesmente. Dois caminhos têm
confluido para isso, a dor da perda e graves impressões do exterior, encontro que sempre acabou por devolver às mãos da pintora fragmentos amassados na devida maturação, corpos recuperados sob o impulso da vontade poética, entre a morte e a vida. Corpos míticos, também, sonho transitado de alguma Renascença, memória problematizada dos clássicos e dos avanços expressionistas que se expandiram pelo século XX todo. O que se traduz em testemunho, em grito, em dilaceração, com a manipulação do gesto e das matérias (líquidas ou substanciais) por forma a ocupar o campo de presenças ao mesmo tempo carnais e de pedra. Fusão de metais igualmente, embora a verdade técnica se determine sobretudo no domínio da pasta acumulada sobre esboços gráficos ou já pulsantes e líquidos.

um trajecto de coerência e força
A forma plástica em Maria João Franco assenta, além de tudo, numa sedentarização positiva, de núcleo tormentoso, e desenha no espaço um trajecto de coerência, de proximidade significante entre as peças, o que determina grande continuidade das várias presenças, uma inusitada força nas massas pictóricas, de cor surda, onde por vezes um fio de sangue aflora, ou até na pele falsamente envelhecida sob a sua intocável frescura. De perto, visível a maior distância, nítido ou desfocado, quase metalizado, aparentemente escultórico, o corpo (assunto-tema) lembrado e representado por Maria João Franco é fruto de uma importante conquista em termos de discurso, na obstinação, na recuperação da imagem e da ideia — a liberdade do fazer, em suma, num aparente paradoxo que liga e desliga a memória dorida do corpo partido em dois e a necessidade de sublimar a brutalidade obscena dessa injustiça. Porque a liberdade de que a autora dá importantes provas, da metodologia escolhida aos materiais de instauração plástica, não significa que ela esteja isenta de pensar o modo de formar, quais as razões da força ao petrificar-se, ao escorrer como tinta de facto, que objectivos aí se envolvem, que limites e regras assistem à própria amputação anatómica. Na verdade, Maria João sabe perfeitamente em que condicções está a agir e o que lhe sobra de talento depois dos cortes de acerto, das pessoas que premeia: ela cria processos de catarse para si mesma, sabendo, entretanto, que está processando um legado a alguém, com a marca de que as obras, no futuro, terão de conter um inalienável testemunho de vida.


Arquivo de Vila Real de Santo António, Torreão Sul, exposição,
de 26 de Agosto a 25 de Setembro
Horário:9h.30h às 21h (Agosto)
Setembro e Outubro: 9h30 às 16h3o (intervalo para almoço)

quinta-feira, agosto 19, 2010

"à tua procura,sim" na Galeria do Arquivo Municipal de Vila Real de Santo António

"à tua procura, sim!"

A convite da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António

Maria João Franco

vai inaugurar a 25 de Agosto pelas 18 horas

na Galeria do Arquivo Municipal

a exposição de pintura

"à tua procura, sim"

Av. Da República ,Torreão Sul

Comissário: Dr José Mendes de Morais

O Arquivo Municipal de Vila Real de Santo António convida V.Exa para a
inauguração da exposição de pintura de Maria João Franco, a realizar no nosso espaço
em Vila Real de Santo António na Av. Da República ,Torreão Sul o dia 25 de Agosto de 10 pelas 18h00.
Comissário: Dr José Mendes de Morais


A exposição estará patente até dia 25 de Setembro

dentro do horário de funcionamento
daquele espaço.
Mês de Agosto:das 9.h30m às 21h.
Meses de Setembro e Outubro :das 9h30m às 16h30m (fechado na hora de almoço)


A exposição estará patente até dia 25 de Outubro, dentro do horário de funcionamento
daquele espaço.
Mês de Agosto:das 9.h30m às 21h.
Meses de Setembro e Outubro :das 9h30m às 16h30m (fechado na hora de almoço)




OBRA ENQUANTO VIDA
Foi numa espécie de silêncios ensurdecedores que Maria João Franco sobreviveu, emergiu várias vezes, e solta agora, ao expor mais uma vez, o seu grito de intransigência perante as «forças» que carreiram modos, modas, os autores e ordens em vigor, com frequentes violações do trabalho independente, para a constelação internacional, sucesso a termo, porque outras barreiras selectivas e obscuras existirão neste século.Desde longa data que Maria João Franco foi dando prioridade a um discurso matérico e de alguma violência, proferido entre uma abstracção de teor expressionista e a convocação rochosa do corpo humano — ou do corpo simplesmente. Passo a passo, o seu imaginário recebia impressões graves do exterior, da experiência exógena, acabando por devolver às mãos da pintora fragmentos amassados na devida maturação, coisas endógenas, reanimações poéticas da morte e da vida. Tais verdades interiores, sempre em transformação mas nunca em ruptura, contrariavam o terreno minado pela cultura urbana, formações espúrias, filiação nos concursos rápidos ou guerra dos prémios. Com a sua arte reaprendemos algumas versões de valor porventura romântico, até de raiz na memória dos clássicos problematizantes, a par de uma afirmação expressionista (da mesma mágoa) assente mo testemunho de outros renascimentos e no sentido da revolta. A manipulação do gesto, abarcando logo grande parte do campo, entra depois no domínio da pasta, matéria acumulada sobre esboços líquidos. Alguns dos quais parecem despontar propositadamente nas zonas onde a autora preferiu aderir à transparência e por vezes, quando acha necessário conter a catarse, a decisão de aplicar mansas velaturas sobre troncos antropomórficos duros, brutais, escultóricos. Essa aparente moderação lírica avança com um brilho baço sobre aquelas carnações decepadas, de largas texturas e aparência lítica.Esta busca, algo arriscada, passa por matérias e cores sobretudo acinzentadas, exprimindo de facto a pedra da escultura que evoca o corpo, é um trabalho quase contínuo, quase sisifiano, princípio e fim de um todo que também nos pertence, embora sempre nos escape.Anunciada assiduamente pela sua diversidade, o percurso coerente de Maria João Franco parece abalado, sem que as suas bases se ressintam, dado que esse ponto de vista implica diferença, a simbiose entre diferença e semelhança, o que, apesar de todos os paradoxos, confere uma força inusitada a estas massas onde algum fio de sangue aflora, e mesmo nos casos em que a autora representa (na boa memória académica) os nus falsamente envelhecidos na sua intocável frescura.A forma plástica, em Maria João Franco, recupera do espaço da memória, da própria dor, com obstinação, a ideia e a imagem do corpo, mesmo quando este não se aperta entre os limites do campo e se projecta gestualmente no espaço. A liberdade do fazer, no acesso a qualquer metodologia e materiais próprios, não isenta o formador de pensar quais as razões da sua luta, quais as razões do seu objectivo, o que implica a criação ou aceitação de limites ou regras. Maria João sabe perfeitamente essa condição, porque a condição sobra mesmo quando traída com talento. Neste caso, a pintora está sobretudo ao serviço de si mesma, legando a alguém, a verdade da obra ser um destino de vida.
ROCHA DE SOUSA _2010



Curriculum de Maria João Franco
• Maria João Franco nasceu em Leiria em 1945.
Tem o curso de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa.
Frequentou o curso de Arquitectura de Belas Artes do Porto.

• EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
participou em colectivas desde 1982 com destaque para:
1982- “Pequeno Formato”- SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes),Lisboa.
1983- “Pequeno Formato”- SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes),Lisboa.
“Artistas da SNBA”- Lisboa.
1984- “Exposição comemorativa do 10º Aniversário do 25 de Abril” , Lisboa
“Portugal em Abril”- Palácio da Cidadela , Cascais.
1984/85-“Homenagem dos Artistas Portugueses a Almada Negreiros” , Lisboa.
1985- “II Bienal Nacional de Desenho “- Cooperativa Arvore, Porto;
SNBA, Lisboa;
“Jovens Pintores” Galeria Almada Negreiros, Lisboa.
1986- “III Exposição de Artes Plásticas”- 30º Aniversário da Fundação
Calouste Gulbenkian , Lisboa.
1987- “IV Prémio da Grabado Maximo Ramos”- Ferrol/Corunha, Espanha;/ “IV Exposição de Gravura”- Cooperativa de Gravadores Portugueses , Gravura/Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa / Exposição de Gravura comemorativa do Ano Europeu do Ambiente – Portugal, Espanha ;França, Inglaterra e Alemanha; / “Colectiva de Pintura”- Museu Grão Vasco./ “I Concurso de Desenho Perez Villaamil”- Museu Municipal , Bello Piñero, Ferrol (Corunha), Espanha; / “III Bienal Nacional de Desenho”- Cooperativa Arvore, Porto./ Colectiva da Inauguração da Galeria VO- Lisboa.
1988- “Risco Inadiável”- ESBAL;/ Inauguração da Galeria Municipal de Vila Franca de Xira;/ “V Prémio de Grabado Maximo Ramos”- Ferrol (Corunha), Espanha./ “Salão de Gravura Luso – Brasileira” – Estoril;/ “MoMarte” – Vila do Conde;/ I Aniversário da Galeria VO –Lisboa ;/ “I Bienal de Gravura da Amadora “ – C.M. Amadora, Galeria Municipal Amadora /Arvore , Porto;/ “II Concurso de Desenho Artístico Perez Villaamil” – Ferrol (Corunha), Espanha.
1989- “III Bienal de Escultura e Desenho das Caldas da Rainha”- Atelier Museu
António Duarte, Caldas da Rainha;/ “Mulheres Pintoras” – Galeria Municipal de Vila Franca de Xira;/ “VII Prémio de Grabado Maximo Ramos” –Ferrol(Corunha) ,Espanha;/ “Colectiva de Gravura” Galeria Municipal de Almada.
1990- “Colectiva de Pintura” - Galeria S. Francisco, Lisboa; / “Colectiva de Desenho”- Galeria S. Francisco , Lisboa;
1990/91 – “Colectiva de Pintura no Aniversário da Morte de José Régio
Galeria Municipal de Portalegre.
1991- “9+2+3”-Galeria Neupergama, Torres Novas.
1992- “Unidade e Conflito na Arte Contemporânea”- Galeria Municipal de Almada;/
“Arte Contemporânea” – Galeria Santa Justa, Lisboa;/ Galeria Quattro –Leiria.
1993- “4ª Bienal das Caldas da Rainha”- Galeria Quattro- Leiria.
1994- Galeria Quattro – Leiria.
1995- Galeria Quattro – Leiria; /“Bienal da Festa do Avante”- Lisboa.
1997- “I Bienal do Alentejo”- Beja, Vendas Novas;/ “I Salão de Arte Internacional da Moita”- Moita;/ “X Bienal da Festa do Avante” – Lisboa; “25º Aniversário da A.P.D.” – Lisboa;/ Inauguração da Galeria 57 – Leiria.
1998- Colectiva de Pintores de Leiria – Galeria 57, Leiria;/Exposição no congresso de Sexologia Clínica – Hospital Júlio de Matos , Lisboa;/ Desenho e Pintura Galeria Trema – Lisboa;/ II Exposição do espólio da Câmara Municipal da Amadora.
1999 - “ArsMultiplica” Rheine ,Alemanha /Leiria , Portugal
2000- Colectiva “500 anos depois”- Galeria de exposições Hotel Meridian, Salvador da
Bahia ./ Galeria 57 – Leiria (com o alto patrocínio da presidência da República)/ Intercâmbio Cultural Palácio das Artes, Belo Horizonte – galeria 57- Leiria;/ Aniversário da Galeria 57, Leiria

1.

; / Colectiva da Galeria Trema – FAC (Feira de Arte Contemporânea), Lisboa;/ Colectiva de Natal – Galeria 57, Leiria/ Colectiva Galeria 57 – Leiria –Exposalão, Batalha.
2001- Galeria Trema – Lisboa/ Galeria 65-A – Lisboa
2002- Galeria VO- Lisboa /Galeria Sacramento – Aveiro
2003- Galeria Sacramento – Aveiro /Galeria Perve –Lisboa
2005 - "universos femininos" Galeria Corrented'Arte –Lisboa / Feira de Arte Contemporânea- Galeria SãoFrancisco - Lisboa
2006 - Arte na Planície - Montemor o Novo
2007 – ART MADRID – Homenagem a Mário Cesariny – FEIRA DE ARTE
CONTEMPORÂNEA DE MADRID
2008- Colectiva de Verão do MAC-Movimento Arte Contemporânea-Lisboa;/Colectiva de verão da Galeria São Mamede-Lisboa;/ Colectiva de Natal do MAC-Movimento Arte Contemporânea-Lisboa
2009 - “8 MULHERES”- Fundação Oriente-Delegação de Macau-China/Galeria 57-Leiria-Portugal;/ Kun St art 2009 ,Bolzano – Galeria 57,Leiria.Potugal/Bolzano-Itália;/ 13th Shanghai Art Fair – Galeria 57 Leiria.Portugal/Shangai-China; / “A Arte não se mede aos palmos” – NUNO SACRAMENTO – GaleriadeArte ;/Contemporânea-Aveiro-Portugal;/“ MAC’15ºAniversárioMAC-Movimento Arte Contemporânea-Lisboa;/Colectiva de Verão – Galeria São Mamede - Lisboa
2010_”homenagem à Vagina” ARC16 galeria-Faro/ Colectiva de verão da Galeria São Mamede,Lisboa/ Colectiva comemorativa do 16º aniversário do MAC – Movimento Arte Contemporânea,
”O Fado” _ Paula Cabral Art Gallery_ Lisboa

• EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1985-“A Galeria”, Cascais;
1987- “Casa de Bocage”, Setúbal;
1988- Galeria Voz do Operário , Lisboa;
Galeria Quattro , Leiria ;
Galeria S. Francisco, Lisboa.
1989- Galeria Quattro , Leiria.
1990 - Alfa Mixta , Lisboa;
Galeria Municipal de Portalegre , Portalegre.
1991 - Galeria S. Francisco , Lisboa;
Galeria da Praça , Porto.
1993 - Convento do Baeto , Lisboa.
1994 – Galeria Quattro , Leiria.
1995 - Galeria do Casino da Figueira da Foz.
1996 – Galeria 65A , Lisboa.
1997 – “Um olhar de Pele” – Galeria Municipal da Amadora;
Edifício Chiado, Coimbra;
“Memórias” – Inauguração da Casa Miguel Franco;
“Estorias do Corpo”- Museu Municipal Dr. Santos Rocha , Figueira da Foz. 1998 – “Novos Fragmentos” – Galeria Municipal Gymnasio , Lisboa;
“Nós, os outros”- Galeria 65A , Lisboa.
1999 – “Corpos Estranhos” Galeria Trema, Lisboa;
“Percursos”- Cooperativa Arvore , Porto;
“Tempo de o senso e o Ser” – Galeria 57, Leiria.
2002 – “Novas Estórias do Corpo” – Galeria 65A – Lisboa
2004 – “Nós, os Nús e os outros objectos” – Galeria Perve – Lisboa.
“ Lírica do nu entre as sombras” – Galeria Sacramento – Aveiro
2005 –“lugar dos desencontros ou sítios da memória” – Espaço Chiado - Coimbra
"lugar dos desencontros ou sítios da memória"2 - Espaço Alfama - Lisboa
2005 - "tu vens tão perto que a distância existe" - Centro de Arte Contemporânea da Amadora
2006 - "MULHER E EU" - MAC- Movimento Arte Contemporânea –Lisboa
2007 – “ENCONTROS estorias…” - MAC Movimento Arte Contemporânea
2008- “Tu não aconteces quando eu te quero”
Museu da Água da EPAL-Lisboa
MAC - Movimento Arte Contemporânea - Lisboa
2009-“não! não abro mão da minha maré” MAC-Movimento Arte Contemporânea-Lisboa
2010- “esta pele que dispo para nela te envolver” Galeria Municipal Artur Bual – Amadora
“o rio largo da minha memória” – ARC16 galeria – Faro
“à tua procura,sim!” _ Galeria Municipal de Vila Real de Santo António




• PRÈMIOS

1987 – Prémio de edição na “IV Exposição Nacional de Gravura” – Gravura/Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; 1º Prémio do concurso de Gravura Integrado no Ano Europeu do Ambiente Setúbal/Beauvais.


2006 – Prémio MAC Carreira 2006 – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
2007- Prémio MAC Prestígio 2007 – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
2008 - Prémio MAC Prestígio 2008 – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
Prémio MAC Pintura 2008 – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
2009- Prémio MAC Prestígio2009 - MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
2010- Prémio MAC’Hilário Teixeira Lopes –MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa
Prémio MAC’2010 Colaboração e Divulgação Cultural - MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa

• REPRESENTAÇÕES
Museu de Setúbal; Cooperativa dos Gravadores Portugueses, Gravura em Lisboa; Culturgest, Lisboa;Museu Armindo Teixeira Lopes, Mirandela;Acervo da C.M. Lisboa, Coimbra, Amadora e Abrantes;Teatro Miguel Franco, com painel alusivo à obra “O Motim”, daquele autor;Colecções particulares em Portugal, Itália, Espanha, França, Suíça, Brasil, EUA e Holanda.Museu da Água da EPAL, Lisboa
Em 1997 executou um cartão de tapeçaria para Manufactura de Tapeçarias de Portalegre,que foi oferecida por aquele Municipio ao Presidente Jorge Sampaio


• Trabalha em cerâmica artística a convite da Keramos – Condeixa.
• Convidada pela Foundation for the Support of Monastery Bentlage para participar no International Summer Workshop em Rheine – Alemanha Agosto 2005.


sábado, agosto 07, 2010

Arte solidária_Galeria 57/ATIM_Macau


" novas estórias"_Maria João Franco

"jornal intimo"_Maria João Franco

sexta-feira, julho 30, 2010

"O Fado" _ Paula Cabral Art Gallery


Inteiramente consagrado ao universo da canção urbana de Lisboa, o Museu do Fado abriu as suas portas ao público a 25 de Setembro de 1998 celebrando o valor excepcional do Fado como símbolo identificador da Cidade de Lisboa, o seu enraizamento profundo na tradição e história cultural do País, o seu papel na afirmação da identidade cultural e a sua importância como fonte de inspiração e de troca inter cultural entre povos e comunidades.
O Museu do Fado integra várias valências, para além da sua exposição permanente: um Centro de Documentação, uma Escola (com cursos de guitarra portuguesa e gabinete de canto) uma Loja temática, um auditório com programação regular de eventos, bem como um espaço de restauração/cafetaria.
Desde a sua abertura ao público, para o Museu têm convergido os espólios de centenas de intérpretes, autores, compositores, músicos, construtores de instrumentos, estudiosos e investigadores, artistas profissionais e amadores, em suma, de centenas de personalidades que testemunharam e construíram a história do Fado e que não hesitaram em ceder-nos os testemunhos do seu património afectivo e memorial para a construção de um projecto colectivo.
A todos eles o Museu presta a sua homenagem, investigando, conservando e promovendo as singularidades desta arte performativa, oriunda nos bairros históricos de Lisboa.

Entirely devoted to Lisbon's urban song universe, Museu do Fado opened its doors to the public on the 25 September 1998, celebrating Fado’s exceptional value as an identifying symbol of the City of Lisbon, its deep roots in the tradition and cultural history of the country, its role in the cultural identity statement and its importance as an inspiration source and intercultural trade between people and communities.
Apart from its permanent exhibit, Museu do Fado comprises a Documentation Centre, a School (offering Portuguese guitar and singing lessons), a thematic shop, an auditorium with a regular schedule of events and a restaurant/cafeteria area.
Since its opening to the public, the Museum received the spoils of hundreds of interpreters, authors, composers, musicians, instrument builders, students and investigators, professional and amateur artists; that is, hundreds of personalities who witnessed and built Fado’s history and did not hesitate to give us the testimonies of their affective and memorial patrimony in order to create a common project.
Museu do Fado pays tribute to all of them, investigating, maintaining and promoting the singularities of this performing art, born in Lisbon’s historic neighbourhoods.
Estimados amigos, coleccionadores e visitantes
A Paula Cabral Galeria tem o prazer de se associar à iniciativa recentemente aprovada, por unanimidade, na Assembleia Municipal de Lisboa, à Candidatura do FADO, como Património Cultural e Imaterial da Humanidade.
  • Além desta mostra que inaugura no próximo dia 27 de Julho pelas 21h30, com o apoio do Museu do Fado, a Galeria convida-o igualmente a assistir aos seguintes eventos, decorrentes desta Exposição Colectiva que estará patente até 31 de Agosto
    Dia 29 de Julho às 19h00 - Conferência com Daniel Gouveia sobre o Fado acompanhado pelo guitarrista Tiago Morna para fazer algumas demonstrações deste género musical.
    Dia 20 de Agosto às 21h30 – Fado vadio

    Horário de Verão da Galeria: Terças a Sábados, das 15h00 às 22h00

quarta-feira, julho 14, 2010

domingo, julho 04, 2010

Prémio MAC`Hilário Teixeira Lopes e MAC`2010 Colaboração e Divulgação Cultural no 16º aniversário do MAC


MAC`2010 Hilário Teixeira Lopes

MARIA JOÃO FRANCO








Destinado a distinguir o artista cuja obra se insira num campo de intervenções exemplares, ao nível da qualidade e inovação, destacando-se pela excelência da criação artística, o Prémio MAC`Hilário Teixeira Lopes já se tornou familiar e muito ambicionado nesta festa.
Este ano, todos os artistas que expuseram individualmente no MAC estiveram sujeitos à avaliação do Mestre, mas só um pôde alcançar tão nobre distinção. Passamos então a palavra ao Mestre Hilário Teixeira Lopes que irá proceder à entrega do Prémio homónimo.









MAC`2010 Colaboração e Divulgação Cultural

MARIA JOÃO FRANCO

Merece-nos especial destaque o MAC`2010 Colaboração e Divulgação Cultural, atribuído, este ano, a uma personalidade multifacetada, que alia às inúmeras funções que desempenha enquanto pintora, poeta, crítica e ensaísta, uma disponibilidade incansável para nos auxiliar em inúmeras tarefas de divulgação e promoção cultural: MARIA JOÃO FRANCO
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quinta-feira, junho 17, 2010

terça-feira, junho 01, 2010

sexta-feira, abril 09, 2010

Amar a Imagem || projecto simultâneo

Não há sítio,
nem lugar algum
onde possamos ficar.




sábado, março 20, 2010

" o rio largo da minha memória"

ARC16 galeria
largo da estação, 3
Faro
até 30 de Abril



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