pintura

quarta-feira, março 19, 2008

Pintura/Desenho/estudos_1965/2008




Pintura
Desenho
Estudos
1965
...
2008

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1990

2002

2006


1990

1991


1989

2006



2005

1990


2005


1991


2005


2006


1989


1989


2002


gravura::tecn mista
1984
zincogravura
Prémio de Edição
IV Exposição Internacional de Gravura
FKG/Coop.Gravadores Portugueses
1986

zincogravura
1986

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tecn. mista s/tela
Pintura
1990

Depois de Amanhã,o Dia e a Noite
Carvão s/tela
2005

ilustração para "Cântico dos Cânticos"
2005



"registo"
carvão s/tela
2003

"cabeça"
tecn. mista s/tela
2003
(coleccção Eng. José Relvão)


"a mulher e o cão"
óleo s/tela
2005

"amanhecer da memória"
tecn. mista s/tela
1990

"encontros...estórias"
óleo s/ tela
2007
colecção do Museu da Água


"cabeça"
tecn. mista s/ tela
2007

os passos XII
tecn. mista s/tela
2005
desenhos de café/estudos
2000

desenhos de café/estudos
2000
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sábado, março 01, 2008

MUSEU DA ÁGUA.||.MAC




Museu da Água da EPAL

18 de Março de 2008




PINTURA

galeria das bombas


MAC


Movimento Arte Contemporânea


6 de maio 2008/30 de maio de 2008

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

A Noite


Partiu-se o elo que me ligava a mim:


poder de ilusão construida.


De mim, e dentro,a fortaleza onde a guardo.


A Dor,


parceira das minhas ilusões,


ficou...


O Tempo,


esse espaço vital percorrido por todos os afectos,


ficou


assim


também.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

domingo, fevereiro 24, 2008

Tu não aconteces,quando eu te quero.


Tu não aconteces, quando eu te quero

não falas ainda, quando eu te escuto.

tu não dizes, quanto eu te encontro.

Tempos passados de saber sentido

Tempos esquecidos de saber sofrido

Não sabes ainda quanto eu te entendo.

Maria joão Franco,fev.2008

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Cidade em saldo





















Cidade em saldo

A cidade não voa
na hora de ponta

Soa a som
Soa a gente

Vazio nas pessoas
Esquecido
na memória do tempo

Não se sabe quem
não se sabe se
não se sabe como.
Ninguém é.
Não há!

A cidade esquece o tempo
que foi:
as memórias feitas de lixo
a calçada batida
martelo a martelo.

Já não há calçada.
O mar.
A lama.
O espelho de água.
Cidade em saldo
à espera talvez

num tempo qualquer
de ideais feito
por fazer ainda.

Maria João Franco
2001

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Insinuações


Toda a apresentação plástica tem no gosto do olhar a procura do táctil, do sensual, do amor pelo feito, do amor pela Vida.
E a vida é feita de uma “assemblage” de sentidos que se entreolham, se entrelaçam, e se entre amam.
Aí reside o “eros” da vida, o sentido erótico da Arte.
Os contrastes de luz e sombra acentuam a vontade e o desejo do “estar” e da sua forma.
A síntese da representação insinua a vontade de mostrar e de tornar desejável o que lá não está.
O gosto da pele, o olhar dirigido pela ausência, procura erotizar precisamente o não representado, mas sim sugerido.


A força da vontade, do amor,”insinuam-se” no não directamente representado e oferecem-se ao espectador como um apelo a sentidos ocultos, secretos, digamos, antes, poetizados.
Maria João Franco
2008

No amanhecer das minhas ilusões




No amanhecer das minhas ilusões

estaremos deitados de mão dadas

olhar-nos- emos nos corpos com carinho

beijar-nos- emos nos olhos com ardor.



Toda uma lógica de vida, meu amor

Todo um existir assim vivido

nesta loucura de estar viva,

de me mascarar de sóbrios sentimentos,

para me esconder,

pensando em ti.

Maria João Franco
nov 1996

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

terça-feira, janeiro 15, 2008

novas imagens

Navegantes do Silêncio

Tenho medo do silêncio
No suor do teu olhar

Do discurso em cada hora
Que insistes em navegar

Tenho medo

Das paredes de silêncio
Em que me fecho a sonhar

Do delírio em que estremeço
No meu próprio navegar

Das frases em que me envolvo
Das carícias que me trago

Do respirar arquejante
Em frenesins de silêncio
de saber quanto te amo.


Dos sonhos em que me faço.


Que em torno do meu sono
Teimam em não me acordar

Maria João Franco Lisboa 2006

domingo, janeiro 13, 2008