
sábado, janeiro 09, 2010
terça-feira, dezembro 15, 2009
sábado, novembro 28, 2009
sexta-feira, novembro 20, 2009
comentário
foto de Maria João Franco /atelierVicente López Alcayna
Es algo fantástico poder ver tu obra, haces sentir más de lo que podemos imaginar que está en nosotros. Tu arte está vivo y das vida a quien lo puede ver. Ojala pudiera verlo físicamente y no a través de un video o unas fotos por Internet, seguro que me causarían uno de los más grandes y hermosos placeres. Con todo el amor al arte y a ti como su manifestación un fuerte abrazo.
Es algo fantástico poder ver tu obra, haces sentir más de lo que podemos imaginar que está en nosotros. Tu arte está vivo y das vida a quien lo puede ver. Ojala pudiera verlo físicamente y no a través de un video o unas fotos por Internet, seguro que me causarían uno de los más grandes y hermosos placeres. Con todo el amor al arte y a ti como su manifestación un fuerte abrazo.
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quinta-feira, novembro 19, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
É importante dar feedback aos criadores_faz parte da envolvência cultural

Exm.ª Senhora Dr.ª Maria João Franco
Estimada Artista
Peço muita desculpa por invadir a sua caixa de correio.
Sou um colaborador (e amigo) do Dr. Guilherme Valente, e, visitei recentemente a sua exposição no MAC. Tendo visto já obras da sua autoria e tendo ficado “fã”, não poderia deixar passar mais tempo sem expressar a minha opinião de “leigo”, mas também de apreciador que acha importante dar feedback aos “criadores”.
Permita-me e perdoe-me a minha franqueza e esta minha tomada de liberdade e também os possíveis erros nos títulos dos seus trabalhos.
Tenho um enorme fascínio pela criação e pelos que criam e assim brindam e valorizam a comunidade com os seus trabalhos.
É evidente que as suas obras apresentadas possuem uma estética com marca bem forjada e personalizada, com o selo de qualidade da respectiva autora. Está gravada a grande maturidade da artista, isso percebe-se intuitivamente ao primeiro olhar.
As obras mostram um trabalho de mistura de cores nobre, denotando grande mestria e elaboração que apercebemos não ser aleatória nem passageira. Há intenção, há firmeza, há libertação, há afirmação, há uma cascata de inspiração sucessiva materializada na tela. Absorve-se a capacidade de trazer à luz do dia um “todo” muito interessante, algo intimista e uma harmonia de conjunto e de textura global que fica bem na retina, no diálogo com cada apreciador, mas um diálogo que também ele é íntimo. Temos portanto uma intimidade susceptível de se transmitir do artista para o apreciador da arte e de interagir com este.
Cada obra tem de ser aberta pelo observador, tem de se revelar perante um olhar que não se limita a “ver” somente, mas que sobretudo trata de descobrir as possíveis confidências subjacentes, exigindo uma contemplação cuidada e também madura, se o projecto é ir mais profundamente ao encontro das mensagens que se encontram em cada tela.
Há, apesar do conjunto - que faz sentido por ser interligado - em termos cromáticos e temáticos, toques de contraste (assim é em “Planeta dos Macacos” e também por exemplo em “Não, Não Abro Mão da Minha Maré”) e conteúdos propositadamente não revelados, por isso, a riqueza é consequentemente maior. Ocorre igualmente um importante desafio lançado ao fascínio da imaginação de cada observador. Naturalmente encontram-se elementos de sublime sensualidade. Assim é em “íntimo”, um trabalho soberbo que nos convida a levantar cortinas intencionalmente colocadas (talvez o meu preferido).
A agregação de partes que forma um objecto, uma potencial figura, um corpo ou conjunto de corpos ou objectos e seus pormenores descobertos, constituem uma grandeza de conjunto que nos transcende e que assim se engrandece, com uma dada identidade que suscita reflexão e respeito.
Em termos de interpretação – necessariamente subjectiva e especulativa – direi que atrás do que “parece” ser sólido, por vezes sóbrio e até politicamente correcto (e não será exactamente assim), surge mais ou menos explícito o intenso sentimento e até alguma fragilidade e/ou delicadeza bem típica e humana das emoções. Como se muros agrestes e dificuldades fossem sendo superados por soluções encontradas em cada tela, num combate entre o doce e o amargo, o fácil e o muito difícil (por exemplo). O resultado é uma vitória do equilíbrio, de um bom senso, é uma solução espelhando que a intenção ficou bem gravada, mas deixou abertas novas possibilidades. Isso mostra que é verdadeira arte: liberdade! Cada tela mostrará vivências, as quais se podem pressentir e até captar e trazer connosco, porventura recriando-as e dando-lhes novas vidas.
Na contemplação destes trabalhos encontramos alguma homogeneidade, mas também diversidade, como atesta “The dog man” com a sua peculiar selecção de cores e o belo movimento que se capta imediatamente e que cativa os olhares.
Há obras que nos fazem ajoelhar pela satisfação que nos geram, pelo deleite que suscitam, pelo respeito que fazem brotar face à estética e ao excelente efeito cromático. A sua é sem sombra de dúvida uma delas.
Muitos parabéns!
Com as minhas mais cordiais saudações.
Rodolfo Miguel Begonha
Estimada Artista
Peço muita desculpa por invadir a sua caixa de correio.
Sou um colaborador (e amigo) do Dr. Guilherme Valente, e, visitei recentemente a sua exposição no MAC. Tendo visto já obras da sua autoria e tendo ficado “fã”, não poderia deixar passar mais tempo sem expressar a minha opinião de “leigo”, mas também de apreciador que acha importante dar feedback aos “criadores”.
Permita-me e perdoe-me a minha franqueza e esta minha tomada de liberdade e também os possíveis erros nos títulos dos seus trabalhos.
Tenho um enorme fascínio pela criação e pelos que criam e assim brindam e valorizam a comunidade com os seus trabalhos.
É evidente que as suas obras apresentadas possuem uma estética com marca bem forjada e personalizada, com o selo de qualidade da respectiva autora. Está gravada a grande maturidade da artista, isso percebe-se intuitivamente ao primeiro olhar.
As obras mostram um trabalho de mistura de cores nobre, denotando grande mestria e elaboração que apercebemos não ser aleatória nem passageira. Há intenção, há firmeza, há libertação, há afirmação, há uma cascata de inspiração sucessiva materializada na tela. Absorve-se a capacidade de trazer à luz do dia um “todo” muito interessante, algo intimista e uma harmonia de conjunto e de textura global que fica bem na retina, no diálogo com cada apreciador, mas um diálogo que também ele é íntimo. Temos portanto uma intimidade susceptível de se transmitir do artista para o apreciador da arte e de interagir com este.
Cada obra tem de ser aberta pelo observador, tem de se revelar perante um olhar que não se limita a “ver” somente, mas que sobretudo trata de descobrir as possíveis confidências subjacentes, exigindo uma contemplação cuidada e também madura, se o projecto é ir mais profundamente ao encontro das mensagens que se encontram em cada tela.
Há, apesar do conjunto - que faz sentido por ser interligado - em termos cromáticos e temáticos, toques de contraste (assim é em “Planeta dos Macacos” e também por exemplo em “Não, Não Abro Mão da Minha Maré”) e conteúdos propositadamente não revelados, por isso, a riqueza é consequentemente maior. Ocorre igualmente um importante desafio lançado ao fascínio da imaginação de cada observador. Naturalmente encontram-se elementos de sublime sensualidade. Assim é em “íntimo”, um trabalho soberbo que nos convida a levantar cortinas intencionalmente colocadas (talvez o meu preferido).
A agregação de partes que forma um objecto, uma potencial figura, um corpo ou conjunto de corpos ou objectos e seus pormenores descobertos, constituem uma grandeza de conjunto que nos transcende e que assim se engrandece, com uma dada identidade que suscita reflexão e respeito.
Em termos de interpretação – necessariamente subjectiva e especulativa – direi que atrás do que “parece” ser sólido, por vezes sóbrio e até politicamente correcto (e não será exactamente assim), surge mais ou menos explícito o intenso sentimento e até alguma fragilidade e/ou delicadeza bem típica e humana das emoções. Como se muros agrestes e dificuldades fossem sendo superados por soluções encontradas em cada tela, num combate entre o doce e o amargo, o fácil e o muito difícil (por exemplo). O resultado é uma vitória do equilíbrio, de um bom senso, é uma solução espelhando que a intenção ficou bem gravada, mas deixou abertas novas possibilidades. Isso mostra que é verdadeira arte: liberdade! Cada tela mostrará vivências, as quais se podem pressentir e até captar e trazer connosco, porventura recriando-as e dando-lhes novas vidas.
Na contemplação destes trabalhos encontramos alguma homogeneidade, mas também diversidade, como atesta “The dog man” com a sua peculiar selecção de cores e o belo movimento que se capta imediatamente e que cativa os olhares.
Há obras que nos fazem ajoelhar pela satisfação que nos geram, pelo deleite que suscitam, pelo respeito que fazem brotar face à estética e ao excelente efeito cromático. A sua é sem sombra de dúvida uma delas.
Muitos parabéns!
Com as minhas mais cordiais saudações.
Rodolfo Miguel Begonha
por email/ 12-11-2009 18:49
quinta-feira, novembro 12, 2009
sexta-feira, novembro 06, 2009
"não! não abro mão da minha maré" /MAC-Movimento Arte Contemporânea
de costas para a janela
tecn mista s/tela 100x150 cm/2008
Espaço'MAC -Av Álvares Cabral 58/60
até ao dia 27 de novembro d 2009.
planeta dos macacos/ tecn mista s/tela 100x150 cm / 2008
A mostra pode ser vista
de segunda a sexta das 13h às 20h,sábado, das 15h às 19h
domingo e fora daquele horário, por marcação para tm 96 267 05 32

bestiário / tecn mista s.tela / 100x150cm /2009
no name#4/tecn mista s/tela/150x100cm/ 2009
no name#3/tecn mista s.tela/150x100cm/2009
não!não abro mão da minha maré
tecn mista s/tela 150x100cm /2009
monólogo urgente da memóriatecn mista s/tela /81x100cm/2009
tecn mista s/tela
160x60 cm/2009


homenagem /tecn mista s/tela 81x100 cm/2009
ver mais em
quinta-feira, outubro 08, 2009
45 anos de carreira
MARIA JOÃO FRANCO
"não!não abro mão da minha maré"
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Inaugura no Espaço'MAC da Av. Álvares Cabral 58-60 Lisboa
no dia 3 de novembro pelas 19 horas
e vai estar patente até 27 de novembro de 2009
A exposição pode ser visitada de segunda a sexta,das 13h às 20h
sábados, das 15h às 19h
fora deste horário, por marcação, tm 96 267 05 32
MAC- Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato 9C 1250-260 Lisboa tel. 21 385 07 89
Av. Álvares Cabral 58/60 1250-018 Lisboa tel. 21 386 72 15
mac@movimentoartecontemporanea.com
http://www.movimentoartecontemporanea.com/
http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/
http://www.alvarolobatodefaria.blogspot.com/
http://www.mariajoaofranco.com/
mail@mariajoaofranco.com
franco.mariajoao@gmail.com
sábados, das 15h às 19h
fora deste horário, por marcação, tm 96 267 05 32
MAC- Movimento Arte Contemporânea
Rua do Sol ao Rato 9C 1250-260 Lisboa tel. 21 385 07 89
Av. Álvares Cabral 58/60 1250-018 Lisboa tel. 21 386 72 15
mac@movimentoartecontemporanea.com
http://www.movimentoartecontemporanea.com/
http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/
http://www.alvarolobatodefaria.blogspot.com/
http://www.mariajoaofranco.com/
mail@mariajoaofranco.com
franco.mariajoao@gmail.com
Etiquetas:
"não,
não abro mão da minha maré."
segunda-feira, setembro 07, 2009
Não! naõ abro mão da minha maré.

" não! não abro mão"
No MAC-Movimento Arte Contemporânea, a partir de 3 de Novembro de 2009,
exposição comemorativa dos 45 anos de carreira
Não!não abro mão da minha maré.
segunda-feira, agosto 31, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009
sábado, agosto 22, 2009
Representação na Feira de Shangai/SHANGAI ART FAIR 2009

2009 (13th) Shanghai Art Fair will be grandly held in Shanghai MART from Sep. 9 to Sep. 13.
Galeria 57 – arte contemporânea, founded in November of 1997.
The group of artists represented by the gallery reveals highly individual approaches. It is characterized by a variety of tendencies as well as by coherent research work.
2009 (13th) Shanghai Art Fair será realizada em Xangai MART de 9 a 13 de Setembro.
Galeria 57 - Arte Contemporânea, fundada em Novembro de 1997. O grupo de artistas representado pela galeria revela abordagens muito pessoais e particulares e é caracterizada por uma variedade de tendências assim como um trabalho de investigação muito coerente.
Representative Artists/ Artistas RepresentadosAlexandre Baptista /André Pedro /António Quintas / Damião Porto /Diogo Muñoz /Gil Maia / João Paulo /José Luís Tinoco /Maria João Franco /Pedro Besugo /Rosário Ribeiro /Vivilde Ferreira
Etiquetas:
representação em feiras de arte
sexta-feira, agosto 21, 2009
quinta-feira, agosto 20, 2009
segunda-feira, agosto 17, 2009
terça-feira, agosto 11, 2009
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