segunda-feira, julho 09, 2012
terça-feira, junho 19, 2012
A Cor e o Espaço segundo os arquitectos Miguel Ângel e Elodie
sábado, maio 26, 2012
22 de Maio de 2012
quinta-feira, maio 24, 2012
segunda-feira, abril 30, 2012
Noticias e recortes
terça-feira, abril 17, 2012
no meu silêncio vejo-te em palavras _inauguração
Esta exposição tendo como dia de abertura é dedicada a meu PaiMIGUEL FRANCO ,
cuja vida e obra foi revivida nas alocuções de
Luis Capinha, Guilherme Valente,meus amigos de infâcia e adolescência,amigos da casa,
que viveram intensamente a actividade pessoal e artística de meu Pai.
Ainda Graça Teixeira fez uma notável intervenção em favor da divulgação da obra de MIGUEL FRANCO,sugerindo ainda a publicação de uma antologia, da responsabilidade da Imprensa Nacional.
A todos os intervenientes abraço com a maior gratidão e amizade.
Dr. Raul Castro,Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Maria João Franco e Luís Capinha
Dr.Raul Castro,Maria João Franco e Dr. Guilherme Valente
Guilherme valente,Maria João Franco e Fernanda Sal
Rui Portugal,Marília Figueiredo,Maria manuela (Mané) ,Maria João Franco e Lena Boavida
Rosário Varela,Maria joão Franco e Dr Gonçalo Lopes ,Vereador do pelouro da Cultura da C. M. Leiria
André Pedro e Dr. Genoveva Oliveira
José Paulo Teixeira,dr. Gonçalo Lopes e Maria João Franco
Maria João Franco, Dr. Raul Castro e Dr. Guilherme Valente
Fotos cedidas pela fotógrafa Sandra Costa de C. M. de LeiriaMaria João Franco
franco.mariajoao@gmail.com
http://www.facebook.com/maria.j.franco
www.miguel-lino.blogspot.com
www.casamarela5b.blogspot.com
domingo, abril 01, 2012
quinta-feira, março 22, 2012
no meu silêncio,vejo-te em palavras

BREVE VIAGEM
PELA OBRA DE MARIA JOÃO FRANCO
Não é fácil falar da obra de Maria João Franco,
mesmo para quem julga conhecê-la na sua essência.
Uma obra assim pungente, abismo de verdades inenarráveis,
grita-nos, através das suas formas,
parte da história do mundo,
contendo as dilacerações mais profundas da condenação sisifiana,
tragédias que vêm de longe, dos primórdios, não sei bem donde,
revelando que a vida pode ser feita e refeita,
vezes sem conta,
nascimento ou renascimento,
obra que se constrói e desconstrói
até atingir a soma do que realmente importa:
um «tu não dizes, quanto eu te encontro»
— marca inequívoca e basilar
da incessante procura humana pela eternidade possível.
A obra de Maria João Franco possui um global efeito abstractizante,
contudo, parece interiorizar alguns indícios de uma erudição académica,
denunciando insofismavelmente,
desde logo,
a fuga à iniciação a fim de correr livremente
pela diversidade imagética de um universo plástico muito próprio,
sombrio e agonizante.
Nestas telas, entretanto,
Bacon parece espreitar
. Farreras também mas sem perder as bases da sua identidade.
Este ponto de vista tenta explicar a dificuldade
que temos em separar as influências,
vínculos que são perenes
mas que simultaneamente se afastam (ou mesclam)
pela vivência individual de uma mente peculiar — fruto simbiótico,
talvez nascido entre a diferença e a semelhança,
reflectindo na tela, apesar dos paradoxos inerentes,
uma força telúrica e estranha de cunho antropomórfico.
Mesmo quando a autora representa os nus envelhecidos
por cima da sua intocável frescura.
Maria João Franco consegue dissimular, de maneira esplendorosa e única,
a fecundidade, gerando assim, por meio de uma poesia plástica,
a sua própria e inexorável procura,
onde a semiótica persuade o fruidor a olhar para além da sua própria solidão,
do seu próprio sofrimento.
Aquilo que os nossos olhos costumam reconhecer por defeito,
é aqui, em geral,
representado por oposição,
vivenciando um espaço que
Maria João Franco preenche em pureza,
em oração,
em intimidade.
Talvez um dia
o mundo (re) conheça o notável talento desta
artista portuguesa e universal
e lhe conceda o merecido espaço,
mas, talvez, só depois de fundado um novo mundo,
após destruídas as ruidosas cidades
e falsos paradigmas da nossa sangrenta civilização.
MIGUEL BAGANHA
sexta-feira, março 16, 2012
sexta-feira, dezembro 09, 2011
pintura 2010/ 2011
Foi numa espécie de silêncios ensurdecedores que Maria João Franco sobreviveu, emergiu várias vezes, e solta agora, ao expor mais uma vez, o seu grito de intransigência perante as «forças» que carreiram modos, modas, os autores e ordens em vigor, com frequentes violações do trabalho independente, para a constelação internacional, sucesso a termo, porque outras barreiras selectivas e obscuras existirão neste século.Desde longa data que Maria João Franco foi dando prioridade a um discurso matérico e de alguma violência, proferido entre uma abstracção de teor expressionista e a convocação rochosa do corpo humano — ou do corpo simplesmente. Passo a passo, o seu imaginário recebia impressões graves do exterior, da experiência exógena, acabando por devolver às mãos da pintora fragmentos amassados na devida maturação, coisas endógenas, reanimações poéticas da morte e da vida. Tais verdades interiores, sempre em transformação mas nunca em ruptura, contrariavam o terreno minado pela cultura urbana, formações espúrias, filiação nos concursos rápidos ou guerra dos prémios. Com a sua arte reaprendemos algumas versões de valor porventura romântico, até de raiz na memória dos clássicos problematizantes, a par de uma afirmação expressionista (da mesma mágoa) assente mo testemunho de outros renascimentos e no sentido da revolta. A manipulação do gesto, abarcando logo grande parte do campo, entra depois no domínio da pasta, matéria acumulada sobre esboços líquidos. Alguns dos quais parecem despontar propositadamente nas zonas onde a autora preferiu aderir à transparência e por vezes, quando acha necessário conter a catarse, a decisão de aplicar mansas velaturas sobre troncos antropomórficos duros, brutais, escultóricos. Essa aparente moderação lírica avança com um brilho baço sobre aquelas carnações decepadas, de largas texturas e aparência lítica.Esta busca, algo arriscada, passa por matérias e cores sobretudo acinzentadas, exprimindo de facto a pedra da escultura que evoca o corpo, é um trabalho quase contínuo, quase sisifiano, princípio e fim de um todo que também nos pertence, embora sempre nos escape.Anunciada assiduamente pela sua diversidade, o percurso coerente de Maria João Franco parece abalado, sem que as suas bases se ressintam, dado que esse ponto de vista implica diferença, a simbiose entre diferença e semelhança, o que, apesar de todos os paradoxos, confere uma força inusitada a estas massas onde algum fio de sangue aflora, e mesmo nos casos em que a autora representa (na boa memória académica) os nus falsamente envelhecidos na sua intocável frescura.A forma plástica, em Maria João Franco, recupera do espaço da memória, da própria dor, com obstinação, a ideia e a imagem do corpo, mesmo quando este não se aperta entre os limites do campo e se projecta gestualmente no espaço. A liberdade do fazer, no acesso a qualquer metodologia e materiais próprios, não isenta o formador de pensar quais as razões da sua luta, quais as razões do seu objectivo, o que implica a criação ou aceitação de limites ou regras. Maria João sabe perfeitamente essa condição, porque a condição sobra mesmo quando traída com talento. Neste caso, a pintora está sobretudo ao serviço de si mesma, legando a alguém, a verdade da obra ser um destino de vida.
ROCHA DE SOUSA
quinta-feira, dezembro 08, 2011
segunda-feira, dezembro 05, 2011
terça-feira, novembro 22, 2011
quinta-feira, novembro 10, 2011
domingo, outubro 30, 2011
quinta-feira, outubro 27, 2011
"por dentro do silêncio" na Casa Municipal da Cultura de Coimbra

Inauguração :terça-feira, dia 8 de novembro pelas 18 horas.
A mostra estará patente até 7 de dezembro
com o horário normal da Galeria Pinho Dinis.
segunda-feira, outubro 24, 2011
quarta-feira, outubro 19, 2011
Arte e Globalização - FIZ'ART

segunda-feira, outubro 17, 2011
Art et Automne I
GaleriaZero Contemporary Art 's Album: Art et Automne I
/ GaleriaZero em Paris.
http://paris.galeriazero.info/

















