pintura

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

O MOTIM#2

2 comentários:

Anónimo disse...

Alzira Lima de Jesus Castro Pinto, 8 Fevereiro 2008


O Motim…

Que sangue é este que me escorre o cérebro?
Que traços penetrantes fenecem esta vida?

O azul do céu se esconde enegrecendo a verdade oculta.
A cor da terra matiza a dor da procura
O bege que decididamente intentou cobrir a dor!
As imagens transladam-se mutuamente até ao limite.
Caminhos por andar…

E a vida, que começara, rasgou-se em contínuos traços de desespero.
Tudo era um todo
E nada ficou para entender o que fora!

Almas tombando,
Perdendo a princesa de branco quase no meio do fim,
Entre
o sangue que começara a escorrer
e
a vida difusa que ia e ia deixando de ser!


Fui caindo, caindo…até avermelhar o cume.

Exauri.

Alzira Lima de Jesus Castro Pinto, 8 Fevereiro 2008

Anónimo disse...

Alzira Lima de Jesus Castro Pinto
O que vivi na imagem…


O Motim…

Que sangue é este que me escorre o cérebro?
Que traços penetrantes fenecem esta vida?

O azul do céu se esconde enegrecendo a verdade oculta.
A cor da terra matiza a dor da procura
O bege que decididamente intentou cobrir a dor!
As imagens transladam-se mutuamente até ao limite.
Caminhos por andar…

E a vida, que começara, rasgou-se em contínuos traços de desespero.
Tudo era um todo
E nada ficou para entender o que fora!

Almas tombando,
Perdendo a princesa de branco quase no meio do fim,
Entre
o sangue que começara a escorrer
e
a vida difusa que ia e ia deixando de ser!


Fui caindo, caindo…até avermelhar o cume.

Exauri.

Alzira Lima de Jesus Castro Pinto, 8 Fevereiro 2008